O Mundial de ginástica artística já está chegando e as equipes brasileiras feminina e masculina estão prontas para dar o seu melhor em Jacarta, na Indonésia. Com a ausência da maior medalhista olímpica do Brasil, Rebeca Andrade, que decidiu não competir este ano, as duas equipes serão lideradas por atletas experientes e determinadas a mostrar todo o seu talento e dedicação no início desse novo ciclo olímpico para os Jogos de Los Angeles (LA2028).
Com início marcado para daqui a 10 dias, o Mundial contará com a participação de equipes de diferentes países e será uma oportunidade de aprendizado e amadurecimento para os jovens ginastas brasileiros que terão a chance de conviver com duas medalhistas olímpicas, Flávia Saraiva e Júlia Soares, ambas bronze por equipes em Paris 2024.
Para Flávia, de 26 anos, que já conquistou bronze no solo e prata por equipes no Mundial de 2023, essa é uma oportunidade única de treinar com atletas mais novas e também de poder transmitir sua experiência para as jovens ginastas. Segundo a atleta, esse não é o momento de cobranças, mas sim de aprendizado e amadurecimento, e ela e Júlia Soares estão prontas para ensinar e mostrar o que é competir em um Campeonato Mundial.
Na equipe masculina, os representantes do Brasil serão Arthur Nory, Caio Souza, Diogo Soares, Vitaliy Guimarães e Yuri Guimarães. Todos já têm experiência em Olimpíadas e chegam com muita determinação para mostrar todo o seu talento e representar o país da melhor forma possível. Para Hilton Dichelli, coordenador da seleção masculina, o primeiro Mundial de cada ciclo olímpico é uma oportunidade de renovação e de exibição de novas séries e adaptação a novos códigos de arbitragem.
Diferente do que acontece em outros anos, esse Mundial não terá disputa por equipes, mas sim competições individuais por aparelhos e no individual geral. Conhecido por ser o “Mundial de especialistas”, o evento será uma excelente oportunidade para os atletas mostrarem seu talento em cada aparelho e conquistarem medalhas individuais.
Além da preparação técnica, os atletas também precisam se preocupar com a parte física e emocional para esse grande evento. E isso não é uma tarefa fácil, já que muitos deles são estudantes-atletas e precisam conciliar múltiplas tarefas para seguir no esporte. Mas, mesmo com todas as dificuldades, eles seguem firmes e determinados em busca de seus sonhos e objetivos.
E por falar em sonhos, esse Mundial marca o início do ciclo olímpico para os Jogos de Los Angeles em 2028. E, com os resultados positivos alcançados pelos atletas brasileiros nos últimos anos, a expectativa é que conquistemos ainda mais medalhas e mostremos ao mundo a força e a técnica da ginástica artística brasileira.
Por isso, mesmo com a ausência de uma grande atleta como Rebeca Andrade, é importante que todos nós, brasileiros, apoiemos e vibremos por nossas equipes no Mundial de ginástica artística. Que possamos mostrar nosso orgulho e incentivar esses jovens atletas a darem o melhor de si e representarem o Brasil com muita garra e determinação. Vamos juntos torcer por nossos ginastas e acreditar que eles serão capazes de brilhar em mais essa importante competição!






