O primeiro-ministro de Portugal, António Costa, classificou como “incompreensível” a greve geral marcada pela CGTP e UGT e rejeitou críticas ao pacote laboral. Em uma entrevista recente, o líder do país reafirmou sua posição em relação ao Orçamento para 2026, afirmando que a margem orçamental “não mudou” e desafiou a oposição a assumir as consequências de um eventual défice.
A greve geral, convocada pelas centrais sindicais CGTP e UGT, aconteceu no dia 30 de setembro e teve como objetivo protestar contra as políticas governamentais que afetam os trabalhadores portugueses. No entanto, o primeiro-ministro não poupou críticas à paralisação, afirmando que a mesma é “incompreensível” em um momento em que o país está em recuperação econômica e social.
Segundo António Costa, a greve geral é uma “decisão incompreensível” e “um ato que não se justifica”. Ele também rejeitou as críticas feitas pelas centrais sindicais em relação ao pacote laboral, afirmando que o mesmo foi construído em diálogo com os parceiros sociais e que visa garantir a estabilidade e a sustentabilidade do mercado de trabalho em Portugal.
O primeiro-ministro também aproveitou a oportunidade para reafirmar sua posição em relação ao Orçamento para 2026. Segundo ele, a margem orçamental “não mudou” e o governo está comprometido em manter o equilíbrio das contas públicas. Ele também desafiou a oposição a assumir as consequências de um eventual défice, afirmando que é necessário tomar medidas responsáveis para garantir a estabilidade econômica do país.
António Costa ainda ressaltou que o governo está ciente dos desafios que o país enfrenta e está trabalhando para superá-los. Ele destacou que Portugal tem conseguido avançar em diversas áreas, como a redução do desemprego, o aumento do salário mínimo e a melhoria dos indicadores econômicos. No entanto, o primeiro-ministro reconheceu que ainda há muito a ser feito e que é necessário manter o foco e o comprometimento para continuar avançando.
Em relação às críticas feitas pela oposição, António Costa afirmou que é natural que existam divergências políticas, mas que é importante que todos os partidos assumam suas responsabilidades e trabalhem em conjunto pelo bem do país. Ele também destacou que o diálogo é fundamental para a construção de um Portugal melhor e mais justo para todos.
O primeiro-ministro ainda ressaltou que o governo está empenhado em manter uma política fiscal justa e equilibrada, que permita o crescimento econômico e a criação de empregos. Ele afirmou que o país tem conseguido avançar nesse sentido e que é necessário continuar trabalhando para garantir um futuro melhor para todos os portugueses.
Em suma, o primeiro-ministro António Costa reafirmou sua posição em relação às políticas governamentais e desafiou a oposição a assumir suas responsabilidades. Ele destacou que Portugal está em um momento de recuperação e que é necessário manter o foco e o comprometimento para continuar avançando. O governo está ciente dos desafios e está trabalhando para superá-los, sempre em diálogo com os parceiros sociais. É importante que todos os partidos assumam suas responsabilidades e trabalhem juntos pelo bem do país. Com diálogo e comprometimento, Portugal certamente seguirá no caminho do progresso e do desenvolvimento.






