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Ainda quero ser campeã da São Silvestre, diz Núbia de Oliveira

A atleta brasileira Nubia de Oliveira mais uma vez mostrou sua força e determinação ao conquistar o terceiro lugar na Corrida Internacional de São Silvestre, repetindo seu feito do ano passado. Com apenas 23 anos de idade, Nubia já é uma das principais corredoras do país e tem como objetivo ser a campeã da prova.

Em entrevista após a corrida, Nubia afirmou que seu sonho é se tornar a campeã da São Silvestre e que está disposta a lutar por isso até o fim. Ela acredita que ainda tem um longo caminho a percorrer e que está ganhando muita experiência a cada participação na prova. Esta foi a quarta vez que Nubia competiu na São Silvestre e, a cada ano, ela vem mostrando sua evolução e determinação para alcançar seu objetivo.

Sua participação na corrida deste ano foi ainda mais especial por ser a melhor atleta brasileira na prova, com o tempo de 52 minutos e 42 segundos. No ano passado, ela também chegou em terceiro lugar, mas com o tempo de 53 minutos e 24 segundos. Nubia é um exemplo de dedicação e superação para todas as mulheres que desejam se destacar no esporte.

Além de sua performance nas pistas, Nubia também é uma inspiração para outras mulheres que desejam praticar corrida de rua. Ela acredita que seu resultado na São Silvestre pode incentivar e impulsionar mais mulheres a participar do esporte. Sua presença no pódio representa a força da mulher e, principalmente, da mulher nordestina. Nubia se sente honrada em ser uma referência para outras mulheres e está feliz em ver o crescimento da participação feminina na corrida de rua.

A vencedora da categoria feminina deste ano foi a atleta da Tanzânia Sisilia Ginoka Panga, que fez o tempo de 51 minutos e 08 segundos. Esta foi a primeira vez que Sisilia participou da São Silvestre e a primeira vitória de uma atleta da Tanzânia na prova. Sua conquista quebrou uma sequência de vitórias de atletas quenianas, que vinha desde 2016.

Para alcançar a vitória, Sisilia precisou ultrapassar a corredora queniana Cynthia Chemweno, que liderou a prova nos minutos iniciais. Em entrevista após a corrida, Sisilia elogiou a adversária e disse que não foi fácil manter a calma para alcançá-la. Ela também se sente orgulhosa em representar seu país e espera que no próximo ano possa ser ainda melhor.

Cynthia Chemweno chegou em segundo lugar, repetindo sua posição do ano passado. Ela completou a prova com o tempo de 52 minutos e 31 segundos e comemorou sua performance apesar do calor e da umidade. O quarto lugar ficou com a peruana Gladys Tejeda Pucuhuaranga, que chegou aos 53 minutos e 50 segundos. Já a quinta posição foi conquistada pela queniana Vivian Jeftanui Kiplagati, com 54 minutos e 12 segundos.

No masculino, o melhor atleta brasileiro também chegou em terceiro lugar, posição conquistada por Fábio de Jesus Correia. Ele afirmou que seu pensamento sempre é de ser campeão, mas que é preciso reconhecer que há quase 16 anos um brasileiro não vence a prova no masculino. Fábio prometeu treinar ainda mais para, quem sabe, quebrar esse tabu nos próximos anos.

A última vez que o Brasil conquistou a São Silvestre no masculino foi em 2010, com a vitória de Marilson Gomes dos Santos. Este ano, a vitória foi do etíope Muse Gisachew, que ultrapassou o

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