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Cotrim de Figueiredo: “Não vou certamente votar em André Ventura”

“Eu não gosto de pessoas que usam a mentira como sistemática arma política”, declarou o candidato liberal que ficou em terceiro lugar na primeira volta das eleições presidenciais. Essa afirmação, feita em meio a um cenário político conturbado e polarizado, levanta uma importante reflexão sobre a ética e a integridade na política.

Infelizmente, a mentira tem sido uma ferramenta recorrente na política, utilizada por alguns como uma estratégia para alcançar o poder. E isso não é uma exclusividade de um partido ou ideologia, mas sim uma prática que infelizmente tem se tornado comum em diversas esferas políticas.

No entanto, é preciso destacar que a mentira não é apenas uma questão de falta de ética, mas também uma ameaça à democracia. Quando a mentira é utilizada como uma arma política, ela mina a confiança da população nas instituições e nos representantes eleitos. E sem confiança, a democracia não pode prosperar.

Além disso, a mentira também é uma forma de manipulação. Ao distorcer a verdade e criar narrativas falsas, os políticos que utilizam essa estratégia tentam influenciar a opinião pública e moldar a percepção dos eleitores. Isso é extremamente perigoso, pois impede que as pessoas tenham acesso a informações verdadeiras e tomem decisões conscientes.

Por isso, é admirável que o candidato liberal tenha se posicionado contra o uso da mentira como arma política. Em um momento em que a honestidade e a transparência são tão necessárias na política, é encorajador ver um representante político se pronunciando contra essa prática nociva.

É importante ressaltar que a mentira não é a única forma de manipulação na política. A disseminação de notícias falsas, as chamadas “fake news”, também tem sido uma preocupação crescente. E, assim como a mentira, elas são uma ameaça à democracia e à sociedade como um todo.

Por isso, é fundamental que os eleitores estejam atentos e saibam discernir informações verdadeiras das falsas. É preciso buscar fontes confiáveis e checar a veracidade das informações antes de compartilhá-las. E, mais do que isso, é preciso cobrar dos políticos uma postura ética e transparente.

Afinal, a política deve ser um espaço de debate e construção coletiva, e não de manipulação e desinformação. Os eleitores merecem representantes que sejam honestos e comprometidos com o bem comum, e não com interesses pessoais ou partidários.

Portanto, é preciso valorizar e apoiar aqueles que se posicionam contra o uso da mentira como arma política. E, mais do que isso, é preciso cobrar uma postura ética e transparente de todos os políticos, independentemente de suas ideologias.

A mudança começa com cada um de nós, cidadãos conscientes e críticos. E, juntos, podemos construir uma sociedade mais justa e democrática, onde a mentira não tenha espaço na política. Afinal, como disse o candidato liberal, “a verdade é a base da democracia e da convivência em sociedade”.

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