Na última semana, os candidatos a Presidente da República participaram de debates televisivos, discutindo suas propostas e visões para o futuro do país. Entre os temas abordados, um dos que mais chamou a atenção foi a proposta de André Ventura de mudar a Constituição para criminalizar o enriquecimento ilícito e escolher o Procurador-Geral da República (PGR) dentro da “corporação no Ministério Público”. No entanto, essa ideia foi rejeitada por António José Seguro.
Durante o debate, André Ventura, candidato pelo partido Chega, defendeu que é necessário mudar a Constituição para que haja uma punição mais rigorosa para aqueles que enriquecem de forma ilícita. Segundo ele, é preciso que a lei seja mais dura para combater a corrupção e garantir que os recursos públicos sejam utilizados de forma ética e transparente. Além disso, o candidato propõe que o PGR seja escolhido dentro da “corporação no Ministério Público”, ou seja, que o próprio órgão seja responsável por indicar seu líder.
Por outro lado, António José Seguro, candidato pelo Partido Socialista, rejeitou a proposta de Ventura, afirmando que a escolha do PGR deve ser feita pelo Presidente da República, como previsto na Constituição atual. Para Seguro, essa mudança proposta por Ventura poderia gerar um conflito de interesses e prejudicar a independência do Ministério Público.
Apesar da divergência entre os candidatos, ambos concordam que é preciso combater a corrupção e garantir a transparência na gestão dos recursos públicos. No entanto, suas propostas para alcançar esse objetivo são diferentes. Enquanto Ventura acredita que a mudança na Constituição é necessária para fortalecer o combate à corrupção, Seguro defende que é preciso fortalecer as instituições já existentes e garantir sua independência.
É importante ressaltar que a corrupção é um problema grave e recorrente no Brasil, que afeta diretamente a vida dos cidadãos. Segundo o índice de Percepção da Corrupção da Transparência Internacional, o Brasil ocupa a 106ª posição entre 180 países avaliados. Isso significa que ainda há muito a ser feito para combater esse mal que prejudica o desenvolvimento do país.
Nesse sentido, é fundamental que os candidatos à Presidência da República apresentem propostas concretas e viáveis para combater a corrupção e garantir a transparência na gestão pública. Além disso, é importante que os eleitores estejam atentos às propostas e posicionamentos dos candidatos, para que possam fazer uma escolha consciente e responsável nas urnas.
É preciso lembrar também que a mudança na Constituição é um processo complexo e que deve ser avaliado com cautela. Qualquer alteração deve ser feita de forma democrática e respeitando os princípios e valores fundamentais da sociedade.
Diante disso, é importante que os candidatos apresentem propostas que sejam efetivas e respeitem as instituições e a democracia. Combater a corrupção é uma tarefa de todos e deve ser feito de forma responsável e ética.
Em resumo, o debate entre os candidatos à Presidência da República mostrou que a corrupção é um tema importante e que deve ser enfrentado de forma séria e responsável. A proposta de André Ventura de mudar a Constituição para combater o enriquecimento ilícito e escolher o PGR dentro do Ministério Público gerou polêmica e foi rejeitada por António José Seguro. No entanto, ambos concordam que é preciso combater a corrupção e garantir a trans






