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Ventura critica ida de Marcelo ao Vaticano e pede mobilização total de recursos nas próximas horas

No dia 4 de novembro, o candidato presidencial apoiado pelo partido Chega, André Ventura, regressou às áreas afetadas pela tempestade Kristin, que atingiu Portugal no final de outubro. Durante a sua visita, Ventura carregou nas críticas ao Governo e ao Presidente da República, mostrando a sua preocupação com a situação atual do país.

Em declarações à imprensa, o candidato presidencial expressou a sua indignação com o silêncio do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em relação à tempestade e aos seus efeitos devastadores. Ventura afirmou que não consegue compreender como é que o chefe de Estado pode ficar em silêncio perante uma situação tão grave e preocupante para os portugueses.

Além disso, o candidato do Chega lamentou a ida de Marcelo Rebelo de Sousa ao Vaticano, considerando que o Presidente da República deveria estar no país a acompanhar de perto a situação e a prestar apoio às vítimas da tempestade. Para Ventura, esta viagem foi uma demonstração de falta de empatia e preocupação com o povo português.

Mas as críticas de André Ventura não se ficaram pelo Presidente da República. O candidato também apontou o dedo ao ministro da Coesão Territorial, Pedro Nuno Santos, acusando-o de “desleixo” e “incapacidade” no que diz respeito à gestão da crise provocada pela tempestade Kristin. Ventura considera que as declarações do ministro, que afirmou que o país não estava preparado para uma tempestade desta magnitude, são um “insulto” às pessoas afetadas e demonstram uma falta de responsabilidade por parte do governo.

É importante salientar que a tempestade Kristin deixou um rasto de destruição por todo o país, especialmente nas regiões do Norte e Centro. Milhares de pessoas ficaram desalojadas, estradas foram cortadas, casas e empresas foram danificadas e várias localidades ficaram sem eletricidade e água. Esta é uma situação que requer uma resposta rápida e eficaz por parte das autoridades, mas que parece ter sido ignorada pelo Presidente da República e pelo governo.

No entanto, apesar das críticas e da indignação de André Ventura, é importante que a população mantenha a calma e a esperança. É preciso lembrar que Portugal já enfrentou outras tempestades e crises e sempre conseguiu superá-las com resiliência e união. É importante que todos se unam neste momento difícil e que as autoridades tomem medidas efetivas para ajudar as pessoas afetadas.

Além disso, é necessário que o governo e o Presidente da República assumam as suas responsabilidades e trabalhem em conjunto para minimizar os danos causados pela tempestade Kristin. É preciso que haja uma resposta rápida e eficaz, com medidas concretas para ajudar as vítimas e para prevenir que situações como esta voltem a acontecer no futuro.

Em vez de críticas e discursos inflamados, é necessário que haja ação e solidariedade. É preciso que todos se unam em prol do bem comum e que se trabalhe em conjunto para reconstruir o que foi destruído pela tempestade. É importante que o país mostre ao mundo a sua força e resiliência, e que mostre que, juntos, somos capazes de superar qualquer desafio.

Em suma, é compreensível a indignação de André Ventura perante a situação atual do país. No entanto, é importante que as críticas sejam construtivas e que se trabalhe em conjunto para encontrar soluções e ajudar as pessoas afetadas. É preciso que o governo e o Presidente da República

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