Presidente do Chega lamenta decisão do tribunal de ordenar a retirada de cartazes contra a comunidade cigana. André Ventura admite apresentar recurso.
O líder do partido político Chega, André Ventura, expressou sua profunda tristeza e desapontamento com a decisão do tribunal de ordenar a retirada de cartazes contra a comunidade cigana. Em uma declaração à imprensa, Ventura afirmou que a decisão é um ataque à liberdade de expressão e uma tentativa de silenciar sua voz e a voz de seu partido.
Os cartazes em questão traziam mensagens polêmicas e controversas, que foram consideradas discriminatórias e ofensivas pela comunidade cigana. No entanto, para Ventura, eles eram uma forma de chamar a atenção para questões importantes e muitas vezes negligenciadas pela sociedade.
O presidente do Chega enfatizou que seu partido não tem nada contra a comunidade cigana em si, mas sim contra aqueles que abusam do sistema e se recusam a seguir as leis do país. Ele afirmou que os cartazes eram uma forma de denunciar esses abusos e pedir por uma maior responsabilidade e integração da comunidade cigana na sociedade portuguesa.
Ventura também destacou que a decisão do tribunal é uma clara violação da liberdade de expressão e uma tentativa de censurar o debate político. Ele afirmou que, como político, tem o direito e o dever de levantar questões importantes e controversas, mesmo que isso desagrade a certas pessoas ou grupos.
O líder do Chega também expressou sua preocupação com o precedente que essa decisão pode criar. Ele teme que, no futuro, outros políticos e cidadãos possam ser impedidos de expressar suas opiniões e ideias livremente, por medo de retaliação legal.
No entanto, Ventura não se deixou abater pela decisão do tribunal e afirmou que seu partido irá apresentar um recurso. Ele acredita que a decisão foi injusta e espera que o recurso possa reverter a situação.
Além disso, o presidente do Chega enfatizou que seu partido continuará lutando pelos direitos e interesses dos portugueses, especialmente aqueles que são frequentemente ignorados ou marginalizados pela sociedade. Ele afirmou que não será intimidado ou silenciado por aqueles que tentam impedir o debate político e a liberdade de expressão.
Por fim, Ventura pediu aos seus seguidores e simpatizantes que permaneçam unidos e fortes, e que continuem apoiando o Chega em sua luta por um Portugal melhor e mais justo para todos. Ele reiterou que seu partido não tem nada contra a comunidade cigana, mas sim contra aqueles que se recusam a seguir as leis e prejudicam a sociedade como um todo.
Em conclusão, a decisão do tribunal de ordenar a retirada dos cartazes contra a comunidade cigana foi lamentada pelo presidente do Chega, André Ventura. Ele acredita que a decisão é uma violação da liberdade de expressão e uma tentativa de silenciar o debate político. No entanto, Ventura não se deixou abater e prometeu continuar lutando pelos interesses dos portugueses. Resta agora aguardar o resultado do recurso e esperar que a liberdade de expressão seja respeitada e protegida em Portugal.






