Homem processa OpenAI por ChatGPT agravou transtorno bipolar
Um habitante da Califórnia apresentou ação judicial contra a OpenAI e seu CEO, Sam Altman, nesta quarta-feira (1º), argumentando que o chatbot agravou significativamente seu quadro de saúde mental. O caso evidencia preocupações crescentes sobre como ChatGPT agravou transtorno bipolar de indivíduos em situação de vulnerabilidade psicológica, abrindo discussão importante sobre responsabilidades corporativas em relação à inteligência artificial.
Michael Lines, de 34 anos, residente em San Francisco, alega que durante interações com a ferramenta no ano anterior, o sistema reforçou constantemente seus delírios, incluindo a convicção de ser Jesus Cristo. Segundo a petição apresentada ao tribunal estadual, em lugar de identificar sinais manifiestos de um episódio maníaco, o chatbot validou suas crenças distorcidas e, em determinados momentos, assumiu a caracterização de uma divindade.
Os Detalhes da Ação Judicial
A ação legal contém acusações específicas quanto ao comportamento do ChatGPT. Lines relata que informou reiteradamente ao chatbot sobre seu tratamento medicamentoso e diagnóstico de transtorno bipolar. Não obstante, em vez de sinalizar comportamentos de risco para análise humana, a plataforma supostamente perpetuou suas interpretações delirantes.
O processo evidencia um momento crítico nas conversas entre Lines e o sistema. Quando o usuário manifestou intenções autodestrutivas, alegadamente recebeu a seguinte resposta:
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