Demissão de Manuel Adorni após escândalo de enriquecimento ilícito
Manuel Adorni, chefe de gabinete do governo argentino, apresentou sua demissão neste sábado (27) envolvido em grave caso de enriquecimento ilícito e ocultação de patrimônio. O anúncio ocorreu através de publicação em suas redes sociais, onde comunicou oficialmente sua saída do cargo que ocupava desde novembro do ano anterior.
O funcionário, que era uma das figuras mais próximas do presidente Javier Milei, enfrentava crescentes pressões após admitir ter ocultado 500 mil dólares, o equivalente a aproximadamente R$ 2,6 milhões, em suas declarações de bens registradas junto às autoridades argentinas.
Investigação sobre origem dos recursos não declarados
Adorni justificou a ocultação de patrimônio argumentando que se tratava de economias obtidas através de investimentos em criptomoedas realizados entre 2014 e 2018. Contudo, essa explicação contradiz declarações anteriores feitas pelo próprio funcionário ao Congresso argentino, onde em abril afirmou categoricamente que
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